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Paula Rêgo, Salazar a vomitar a pátria, 1960.
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A minha pátria é onde o vento passa,
A minha amada é onde os roseirais dão flor,
O meu desejo é o rastro que ficou das aves,
E nunca acordo deste sonho e nunca durmo.
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Sophia de Mello Breyner Andresen, Pirata.
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