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sábado, 6 de novembro de 2010

Normal é ser doente

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«... o drama e a comédia,
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a dor e o riso, a sanidade e a loucura
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percorrem as mesmas artérias
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«O Vendedor de Sonhos é intensamente crítico do sistema social porque grita que as sociedades modernas se tornaram grandes hospitais psiquiátricos onde o normal é ser doente.»
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Augusto Cury (2010). O Vendedor de sonhos e a revolução dos anónimos.
Lisboa: Planeta Manuscrito.
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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Procura o tesouro

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«[...] Epicuro disse que, se quisermos vencer, devemos gravar no nosso espírito o alvo que temos na nossa mente. Einstein disse que há uma força maior que a energia atómica: a vontade! Confúcio co­mentou: para vencer na vida, exija muito de si e pouco dos outros! Pascal bradou: para quem deseja ver, haverá sempre luz suficiente; para quem rejeita ver, haverá sempre obscuri­dade! Sófocles disse: procura e encontrarás, pois o que não é procurado permanece para sempre perdido. Lucas, não te­nhas medo da luz! Procura o tesouro que está dentro de ti!»
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Augusto Cury (2008). A Saga de um Pensador. A paixão pela vida. Lisboa: Bertrand Ed., p. 77.
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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Céu azul

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Kandinsky, Sky blue, 1940. Oil on canvas, 100 x 73cm.
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...«Falcão levantou-se e, como se nada tivesse acontecido, começou a caminhar. Abraçou uma árvore. Beijou-a. Agachou-se diante de uma flor, parecia querer penetrar nas suas entranhas. Dizia algumas palavras inaudíveis, como se esti­vesse a fazer uma oração ou a elogiar a flor.
...Marco Polo, teimoso e com a voz embargada, arriscou dizer algo para manter o vínculo:
...— Até amanhã!
...Falcão levantou-se e comentou:
...— O tempo não existe, rapaz. Amanhã, a chama da vida pode ter-se apagado!
...Em seguida, foi-se embora sem se despedir. Enquanto andava, abria os braços e fazia um movimento de dança. Com uma voz vibrante, olhava para a paisagem enquanto cantava What a Wonderful World, de Louis Armstrong, com algumas modificações na letra:
...Eu vejo o verde das árvores, rosas vermelhas também,
...Eu vejo-as florescerem para a humanidade
...E eu penso... que mundo maravilhoso.
...Eu vejo o azul dos céus e o branco das nuvens.
...O brilho do dia abençoado, a sagrada noite escura.
...E eu penso... que mundo maravilhoso.
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...O mundo intelectual de Marco Polo não estava maravi­lhoso, pois passara por um vendaval. Profundamente intriga­do, ele disse para si mesmo: Que homem é este que se esconde na pele de um miserável? Que mendigo é este que parece ter muito, mas possui tão pouco
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Augusto Cury (2008). A Saga de um Pensador. A paixão pela vida. Lisboa: Bertrand Ed., pp. 25-26.
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